Mosteiro São José

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Santos do dia

Pedidos de oração

Informativos

08/05/2018

Maio mês de Maria

“As Carmelitas Descalças, chamadas a fazer parte da Ordem da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, pertencem a uma família consagrada especialmente a seu amor e culto, e tendem à perfeição evangélica em comunhão com a santa Mãe de Deus.” O Carmelo é todo de Maria.  
03/05/2018

Jubileu de Ouro

Dia 1° de maio sob o patrocínio de São José Operário, titular deste Mosteiro, reunimo-nos em Assembléia Eucarística para celebrar os 50 anos de Profissão Religiosa da nossa querida Irmã Ângela Maria de Jesus Eucarístico. Louvamos a Deus por tantas graças recebidas no decorrer destes anos, pelo seu SIM generoso, fecundo e fiel a Cristo, à Igreja e aos Irmãos.
02/05/2018

TUDO TE OFERTO, SENHOR!

Igreja no Paraguai anuncia a beatificação de Maria Felícia de Jesus Sacramentado, Carmelita Descalça - dia 23 de junho-2018. Uma vida de ação missionária, de apostolado e contemplação. No seu leito de morte assim ela se expressava: 'Tenho sede do Seu Amor! Possuo um desejo estranho de entrega total, de imolação silenciosa e escondida. Cada dia me parece mais verdadeira a minha vocação e amo-a como só Deus pode saber!”

Papa Francisco aos consagrados: Sejam fecundos graças à oração, pobreza e paciência.

Papa Francisco aos consagrados:  Sejam fecundos graças à oração, pobreza e paciência.

“A oração na vida consagrada é o ar que nos faz respirar o chamado, renovar o chamado. Sem este ar não podemos ser bons consagrados".

 Colunas da vida consagrada

 “Quais são as coisas que o Espírito quer que se mantenham fortes na vida consagrada?”, perguntou o Papa, recordando três critérios autênticos, pilares da vida consagrada: oração, pobreza e paciência.

 Oração

“A oração é voltar sempre ao primeiro chamado”, ao encontro com o Senhor que chamou o consagrado a deixar tudo: mãe, pai, família e carreira para segui-Lo de perto. “Toda oração é voltar a isso, ao sorriso dos primeiros passos.”

“A oração na vida consagrada é o ar que nos faz respirar o chamado, renovar o chamado. Sem este ar não podemos ser bons consagrados. Seremos talvez pessoas boas, bons cristãos, bons católicos que trabalham em muitas obras da Igreja, mas a consagração deve ser renovada continuamente ali, na oração, no encontro com o Senhor.”

 “Não é possível viver a vida consagrada e discernir o que está acontecendo sem conversar com o Senhor.”

 Pobreza

“A pobreza”, como dizia Santo Inácio de Loyola, “é a mãe, o muro de contenção da vida consagrada” e “defende do espírito mundano”. O espírito de pobreza não é negociável, pois corre-se o risco de passar da “consagração religiosa” à “mundanidade religiosa”. Um percurso que tem três degraus:

“O primeiro: o dinheiro, ou seja, a falta de pobreza. O segundo, a vaidade, que parte do extremo de ser um pavão e vai até as pequenas coisas de vaidade. O terceiro: a soberba, o orgulho. E dali, todos os vícios. Mas, o primeiro degrau é o apego às riquezas, o apego ao dinheiro.”

 Paciência

Entende-se por paciência, “aquela que Jesus teve para chegar ao fim de sua vida”, a condição em que depois da última ceia vai ao Horto das Oliveiras. “Sem paciência se entendem as guerras internas de uma congregação”, “os carreirismos nos capítulos gerais”, e prossegue Francisco, “algumas decisões tomadas diante de problemas da vida comunitária como a perda das vocações”.

 Fecundidade espiritual

“Fiquem atentos à oração, pobreza e paciência”, disse Francisco, convidando os consagrados a seguirem essas “opções radicais” na vida pessoal e comunitária, e a apostar nelas. “Desejo que vocês continuem estudando e sendo fecundos na vida religiosa.”

“Nunca se sabe por onde anda a minha fecundidade, mas se você reza, é pobre e paciente, tenha certeza de que será fecundo. Como? O Senhor lhe mostrará. É a receita para a fecundidade. Você será pai, será mãe. É o que eu desejo para a vida religiosa: ser fecunda.”