CARMELO MASCULINO NO BRASIL
Na evangelização dos imensos territórios que formam hoje a República Federativa do Brasil, a Ordem do Carmo, a da Antiga Observância, como a da Reforma Teresiana, tomou parte muito ativa e principal. Se excetuarmos o México, o Brasil foi o único que, quase a partir da sua colonização, conheceu as capas brancas do Carmelo, sendo que, desde 1580, já existiam Carmelitas no Brasil.
Um ano depois, morria Santa Teresa de Jesus, na Espanha, reformadora do Carmelo que, ajudada por São João da Cruz, restituiu o primitivo fervor e penitência de vida da Ordem. Os religiosos de sua reforma espalharam-se rapidamente pelas nações conhecidas e por terras de missão, chegando aqui no Brasil, no ano de 1663, vindos de Portugal, e sendo aqui chamados de "teresios", para distingui-los dos outros carmelitas mais antigos do que eles.
O primeiro convento fundado pelos Carmelitas Descalços se localizou na cidade da Bahia, que, na época, era Capital civil e religiosa da Colônia. Foi fundador o Pe. Frei José do Espírito Santo, o qual, junto com mais quatro companheiros, trouxe a estas terras a vida e o espírito teresiano.
"O zelo e a atividade dos 'Padres Teresios' foi grande nesta cidade, e sua dedicação ao povo era evidente, pois este testemunhou sua simpatia e devoção nas numerosas esmolas com que os distinguiam, a ponto de num espaço de tempo relativamente curto, edificarem com estas esmolas a alterosa Igreja e Convento de Santa Teresa, uma das mais lindas".
Essa Igreja e convento foram inaugurados no ano de 1692, 32 anos após a fundação, e depois foi também Colégio de Filosofia para estudantes portugueses vindos ao Brasil.
O segundo convento foi fundado na cidade de Olinda, pois, pelo ano de 1686, chegaram no porto de Recife, rumo à Bahia, alguns Carmelitas Descalços, e como tiveram que ficar alguns dias por lá, ocorreu uma estranha peste entre a população, dando oportunidade e ocasião aos padres de manifestarem sua caridade e zelo apostólico, cuidando e atendendo aos doentes. Foi um imprevisto que alterou os planos dos Descalços, pois: "o povo ficou gostando dos padres e as autoridades civis e eclesiásticas fizeram toda a pressão para que os frades ficassem definitivamente em Olinda".
Os Carmelitas Descalços chegaram no Rio de Janeiro, e entre eles estava D. Frei João da Cruz, que foi Bispo desta cidade de 1740 a 14 de outubro de 1745. A comunidade se estabeleceu no Palácio do Bispo e eram capelães da Igreja do Senhor dos Passos, no centro do Rio.
A reforma de Santa Teresa rendeu frutos de muita bênção, aqui no Brasil, principalmente nos começos do século XVIII, nessas casas de Pernambuco e Bahia, que se tornaram os centros irradiadores de espiritualidade, nos imensos espaços deste País. Após um período de estagnação, devido às lutas religiosas do século XIX, começou novamente um movimento para estender a reforma teresiana a esta tão extensa nação, e dois são os movimentos impulsionadores: "Um espanhol e o outro, italiano. O primeiro foi conduzido pelas Províncias de Navarra e Burgos; e o segundo, pelas de Roma e Toscana. Ante a extraordinária vastidão deste país, na metade do século atual, tem contribuído também a Província holandesa".
Os Padres Carmelitas Descalços não puderam continuar no Brasil, após a Independência Nacional, porque, sendo a maioria deles portugueses, não aceitaram a Independência. Em Olinda, foram expulsos em 1823, ficando somente alguns para administrar a Igreja, mas sem o convento e sem os bens da Ordem. Embora não sofressem perseguição na Bahia, o governo estava 'de olho' nos bens da Ordem, e por isso, pela lei de 02 de junho de 1840, foi extinta na Bahia a reforma teresiana e com ela, no Brasil. Mas, como vimos anteriormente, setenta e um anos depois voltaram para cá novos Carmelitas Descalços, agora estabelecendo-se no Sul do Brasil, vindos de Montevidéu.
O condutor do movimento espanhol para fundar novas casas no Brasil, foi o Pe. Frei Constâncio do Sagrado Coração de Jesus, fundador dos Carmelitas Descalços, em Montevidéu. Esse sacerdote se pôs em contato com Dom Cláudio Gonçalves Ponce de Leão, Bispo de Porto Alegre, ao Sul do Brasil e próximo ao Uruguai. O rico e extenso Estado do Rio Grande via aumentar cada vez mais sua população e suas riquezas, porém não seu clero, cuja penúria se manifestava na preocupação dos bispos zelosos com o bem espiritual dos numerosos e tão dispersos fiéis a eles confiados. Começaram, então, as negociações, sendo que "D. Cláudio, quando teve ao Pe. Constâncio hóspede em seu palácio, lhe falou das cidades de Uruguaiana, São Borja, Alegrete, Porto Alegre e outras, muito necessitadas do clero, e onde esperava que os Carmelitas haveriam de colher numerosos frutos espirituais".
A visita de Pe. Frei Constâncio foi um êxito e, em demoradas conversações com o zeloso bispo, convenceu-se da conveniência de fundar conventos, primeiramente, no Estado do Rio Grande do Sul ; e em tal sentido, informou aos Superiores, pedindo-lhes licença, a fim de instalar fundações Carmelitas nas paróquias que o bispo oferecia generosamente. Nessa época, D. Cláudio já era Arcebispo de Porto Alegre, pois em 1910 a Sé Apostólica tinha criado, na diocese de São Pedro do Rio Grande do Sul, mais três bispados: o de Pelotas, o de Santa Maria e o de Uruguaiana, elevando, por isso, Porto Alegre à dignidade de Metropolitana, sendo D. Cláudio seu primeiro Arcebispo. Enquanto não se nomearam os novos bispos, D. Cláudio foi feito Administrador Apostólico das três dioceses, sendo por isso ele quem acolheu os Carmelitas Descalços no Estado.
Os Superiores da Província de Navarra (depois dividida e surgindo Burgos) aprovaram as atividades de frei Constâncio para a fundação de conventos no Brasil. Deve-se salientar a grande figura desse Carmelita, pois "entrou no Estado de Rio Grande com boas recomendações do Cardeal Vives, de D. Bruno Gonçalves Chaves, representante do Governo do Brasil ante a Santa Sé e de outros personagens, para assegurar o êxito dessa importante empresa, na qual tantas almas alcançaram sua salvação eterna. Essas cartas eram de final de e 1910...". Foi organizada, então, a primeira expedição de Carmelitas Descalços, para a nova fundação de Uruguaiana, cidade que frei Constâncio tinha escolhido, por estar na fronteira e mais próxima a Montevidéu, centro e sede de suas atividades.
"A divina Providência traz os Carmelitas Descalços para assistir a este bom povo do Rio Grande do Sul; por isso rogo encarecidamente a Vossa Reverendíssima tome nota desta minha recomendação. Nossos religiosos devem tratar ao povo com mansidão e delicadeza, e a Religião (Ordem) dos Carmelitas Descalços se estabelecerá solidamente, tomará grande incremento e ganhará muitas almas para Deus".
Tomaram posse dessa paróquia, em 17 de maio de 1911, os padres Constâncio de Jesus, Julián de São José, Serafim de Santa Teresa, Paulino de S. José e o Irmão Nicolau da Virgem do Carmo. Esses religiosos deram inicio a seu ministério, com muitas dificuldades. Embora esses povos tivessem sido evangelizados pelos portugueses, com o decurso do tempo, foram perdendo seu fervor primitivo e até as noções mais fundamentais sobre os sacramentos e a fé, tudo por falta de clero. Porém, toda essa tradição católica, com o apostolado, ressurge poderosa, e a verdade foi abrindo caminho novamente. Hoje, as Confrarias do Carmo, Santa Teresa, Menino Jesus de Praga e outras se acham em estado florescente e os religiosos são respeitados e queridos pelo povo. Sem dúvida, é ação da graça de Deus, fecundando o trabalho desses filhos de Santa Teresa, em terras brasileiras, como o disse D. Cláudio: "'Todo este povo do Rio Grande do Sul pode considerar-se 'terra virgem' e, portanto, muito própria para produzir abundantes frutos de salvação para os bons operários do Senhor que queiram trabalhar'".
4- São Borja e Alegrete
No próprio ano de 1911 se estabeleceram em Alegrete, onde havia mais vida religiosa que em Uruguaiana, por dispor de um pároco e de um coadjutor muito zeloso. Mas os Carmelitas foram despontando, edificando uma Igreja muito grande e bonita, e, depois, ao lado erigindo o convento. Uma das obras mais notáveis, devida de forma principal à constância e à atividade prodigiosa do Pe. Cayo de São José, foi a fundação da Santa Casa de Misericórdia, um grande Hospital montado segundo as normas de higiene, instrumental cirúrgico moderno e que trouxe grandes benefícios a toda a população. Após terminar o compromisso com o bispado de Uruguaiana (depois de 50 anos), a Ordem teve que deixar essa paróquia, em 1960
5- Porto Alegre: sede da Ordem no Sul
A presença dos Carmelitas Descalços em Porto Alegre vem desde cedo, quase que se fundindo com o estabelecimento da Igreja Católica nesta região. O rei D. João V começou a povoar Porto Alegre em 1747, mas já em 1745 o governador do Rio de Janeiro, Gomes Freire de Andrade, nomeou capelão do Porto de São Francisco dos Casais (hoje Porto Alegre) o Pe. Faustino Antônio de Santo Alberto. Isso ocorreu por Indicação do bispo Carmelita do Rio de Janeiro, Pe. Frei João da Cruz, que já em 1741 mandara alguns religiosos de sua Ordem para estes lados: Jacuí, Caí, Sinos. Esse zeloso carmelita, Pe. Faustino, construiu uma capela e fez dela o foco central de sua ação cristã, sendo que: "A semeadura apostólica deste humilde filho de Santa Teresa daria a seu tempo a atual florescente Igreja de Porto Alegre, com uma arquidiocese cheia de vida espiritual, onde o catolicismo se fundamenta e se estende cada vez mais".
Seria de se esperar que os carmelitas Descalços da Espanha sentissem ânimo para recomeçar a obra de seus Irmãos portugueses, e particularmente a do Pe. Faustino, e nesse intento foram multo favorecidos por D. Cláudio Gonçalves Ponce de Leão, de tão grata memória a todos os Carmelitas Descalços do Sul. Devido à escassez de religiosos e às inúmeras dificuldades da época, a nova fundação demorou a se concretizar. Mas, em 03 de abril de 1913, respondia o novo arcebispo de Porto Alegre, D. João Becker, à súplica de fundação que lhe havia feito o Pe. Serafim de Santa Teresa. Em 28/06/1913, se estabeleceram primeiramente nas capelas de Teresópolis e Glória; mas, devido às dificuldades, já em setembro do mesmo ano passam a morar no Centro, na Rua da República, permanecendo ali até 1917, ano em que se estabeleceram definitivamente na Avenida José Bonifácio.
Esta fundação que, com um zelo e constância, os carmelitas conseguiram realizar, deu uma importância extraordinária a essa parte da cidade, que se foi povoando de edifícios suntuosos num ritmo acelerado, conforme relatos da época. Em 1924, D. João Becker colocou a primeira pedra da nova construção, e também nesse mesmo ano se abria a capela, no primeiro piso do convento. Nessa capela, desenvolveram o culto religioso até dispor do templo definitivo projetado em honra do Santíssimo Sacramento e Santa Teresinha. A 1 de janeiro de 1924, foi colocada a primeira pedra, e em 27 de setembro de 1931, com grande solenidade, foi Inaugurada essa belíssima Igreja. Neste convento do Santíssimo Sacramento e Santa Teresinha, em Porto Alegre, se constituiu um centro ativíssimo e fecundo do apostolado cristão e um propulsor poderoso das devoções carmelitanas.
A população de Rio Grande foi uma das que mais reclamou a entrada dos Carmelitas, devido, em parte, às Irmãs Carmelitas e à Ordem Terceira do Carmo (movimento leigo) que, já desde 1808, espalhou as devoções carmelitanas naquela região. Em 18 de janeiro de 1917, desembarcaram no porto os Padres Serafim (primeiro Superior e pároco), Paulino de S. José, Roberto de Jesus Maria e o irmão Nicolau da Virgem do Carmo, sendo então recebidos por Dom Francisco Campos Barreto, bispo de Pelotas, que tinha reputação de ser o melhor orador sacro do Brasil. Diz o Pe. Silvério, na sua História:
"Desde o dia que entraram na cidade, se viram os religiosos cheios de trabalhos próprios de seus ministérios, e com os quais a piedade adquiriu um ritmo acelerado espalhando Jesus Cristo... A tarefa diária, acrescentada com o fomento da piedade entre os fiéis, é sensivelmente esgotadora, porém os religiosos a suportam alegres pelo grande bem que fazem às almas".
Devido a reformas a serem feitas na cidade, a velha igreja da Ordem Terceira foi destruída, e logo se construiu outra, um lindo templo gótico clássico, inaugurado em 1938. Esse belíssimo templo foi projeto arquitetônico de Frei Cyríaco da Virgem do Carmo, de nacionalidade espanhola e o construtor foi o Ir. Mariano de São José, religioso carmelita descalço, espanhol; somou-se também, o esforço de toda a comunidade.
Jaguarão é uma população importante, nas fronteiras do Uruguai, e o começo de nova fundação carmelita era muito útil, entre outras razões, pela comodidade de descansar em Jaguarão para os religiosos que iam de Montevidéu até os conventos do Rio Grande do Sul. A paróquia do Divino Espírito Santo foi confiada aos Carmelitas Descalços da Província de São João da Cruz, em 1934, sendo que o primeiro pároco foi o Pe. Basílio da Imaculada Conceição, que atraiu a simpatia e o respeito dos fiéis, fazendo com que as Associações Paroquiais alcançassem grande impulso, surgindo também outras de espiritualidade carmelitana. Os religiosos carmelitas atenderam essa paróquia, durante 23 anos, mas, em 1956, foi entregue novamente ao Sr. Bispo, por exigência dos Superiores.
8- Fundação em Santa Maria
Essa fundação está intimamente ligada à fundação do Mosteiro das Irmãs Carmelitas, pois D. Antônio Reis, em 1935, havia pedido uma fundação para ajudar no oficio pastoral, com suas orações e vida penitente. Para atender às monjas, também foi solicitada uma comunidade de religiosos Carmelitas, e para lá foram Pe. Patrício da Sagrada Família e o Irmão Antônio do Sagrado Coração de Jesus, e se estabeleceram em Santa Maria, no dia 05 de setembro de 1935. No inicio, passaram numerosas dificuldades econômicas. Em 1936, receberam a capela do Bom Fim, onde puderam exercer seu ministério. Finalmente, em 1937, os Carmelitas se transladaram para uma nova casa, na rua Venâncio Aires. Essa Casa também foi Colégio Preparatório para os candidatos à vida carmelitana (1950-1970). Mais tarde foi sede dos estudantes de teologia. Por isso, a comunidade paroquial sempre mostrou um grande carinho pelas vocações.
9- Fundações mais recentes
No ano de 1961, se "funda" em Passo Fundo, com vistas ao futuro Seminário Menor, o qual foi Inaugurado a 15 de março de 1970 e sendo atualmente o centro de preparação como Postulantado e Seminário Menor, e também centro da Promoção Vocacional Carmelitana. Mais adiante, a Ordem saiu do âmbito do Estado do RS, procurando outras áreas de fundação: em 1971, se fundou a paróquia em Florianópolis - SC, no bairro Coqueiros; em 1972, foi fundada uma Casa em Curitiba - PR, ficando os religiosos responsáveis pela paróquia Nossa Senhora das Vitórias, no bairro Boqueirão. Ainda nessa cidade de Curitiba, em 1986, foi inaugurado o Seminário Filosófico Santa Teresa, que teve, inicialmente, por característica a formação filosófica dos estudantes dos Comissariados do Sul e Sudeste (hoje desativada). Em 1987, teve Inicio a formação teológica no Seminário Teológico S. João da Cruz, em Porto Alegre, bairro Glória. Junto a essa casa se encontra em funcionamento uma Casa de Oração, destinada para encontros, retiros, a serviço de toda a Igreja local, inaugurada em 1992.
Em 08 de fevereiro de 1995, os Carmelitas Descalços do Sul do Brasil assumiram a Missão Jerônimo Gracian em Apiacás, ao norte do Estado do Mato Grosso, situada em área da selva amazônica, com extensão de cerca de 23,7 1000 km quadrados. A população é formada por pessoas provenientes de todo o país e se dedicam ao cultivo do café, arroz, pecuária e extração de madeira e ouro.
No início do ano 2002, foi inaugurado o Centro de Espiritualidade Monte Carmelo, na cidade de Londrina, Paraná; este Centro foi projetado, construído e adaptado de maneira a oferecer a muitos a realização de encontros e retiros, sobretudo aos que desejam conhecer e vivenciar a espiritualidade carmelitana.
A partir de Março de 2002, foi transferido da cidade de Porto Alegre, a sede do Noviciado da Província, para o Centro de Espiritualidade de Londrina; foi escolhida para protetora do Noviciado a santa chilena, Teresa dos Andes.
2- Expansão no Sudeste:
Em 1919 os Frades da Província Romana se estabeleceram primeiramente em São Bento do Sapucaí – MG, transferindo-se para o Rio de Janeiro em 1923, onde fundam o Santuário de Santa Teresinha, tendo sua primeira Missa celebrada no dia da sua Canonização em 17 de maio de 1925. Juntamente com alguns templos, a Basílica de Santa Teresinha do Rio de Janeiro, pleiteia o título de ‘o primeiro templo no mundo dedicado à Santa de Liseux’. Na mesma ocasião é fundado o convento de Jaraguá (SP), de São Roque (SP) e na grande São Paulo, onde ,em 1930 é erigida a Paróquia.
A Províncias da Toscana, Itália, em 1950 funda um convento em Caratinga (MG), e alguns anos depois em Travessão de Campos (RJ), e a Província Holandesa, na mesma época, funda uma missão na Chapada Diamantina, no interior da Bahia, transferindo-se depois para Ilhéus e, finalmente, em 1958, para Belo Horizonte e Nova Serrana (MG).
No ano de 1978 a Ordem unifica todos os conventos existentes no Sudeste (São Paulo e Minas Gerais) e cria o Comissariado São José que, em 1976 é elevado a Semi-Província.
A Semi-Província assumiu em 1999 o Convento da cidade de Lucena-PB, junto ao Santuário de Nossa Senhora da Guia que foi construído pelos Frades Calçados no século XVII e abandonado no século XIX.
Atualmente a Semi-Província São José, do Sudeste do Brasil possui 8 Conventos localizados em Belo Horizonte, Caratinga, Piedade de Caratinga (MG) onde está a sede do noviciado da Província, São Paulo e São Roque (SP), onde funciona o Centro Teresiano de Espiritualidade, Rio de Janeiro e Travessão de Campos (RJ) e Lucena (PB).