Uma vez estabelecida a atmosfera propícia a uma vida de oração, seguem-se quatro capítulos dedicados à mesma (cf. C 22-25). A Santa Madre não se deteve em tecnicismos teológicos. Mas o que parece algo estranho é que, nesses capítulos, nem sequer dá uma definição concreta do que entendia por oração mental, talvez porque, depois de repeti-la tantas vezes nas palestras dadas às suas filhas, tinha a certeza de que todas a sabiam. A definição clássica da oração figurava em sua Vida (cf. V 8, 5). O que lhe interessava aqui era descrever o longo caminho da oração para incentivá-las a empreendê-lo sem medo e lhes ensinar a percorrê-lo passo a passo.